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Zona Intervenção ADL

mapa zona

A ADL - Associação Desenvolvimento do Litoral Alentejano, entidade de âmbito regional, tem vindo a desenvolver uma estratégia de desenvolvimento participativa com os vários actores representativos do Litoral Alentejano, através de um modelo que teve como pressuposto prioritário, o cruzamento entre uma escala regional de planeamento e articulação inter-institucional com uma escala local de intervenção/animação.

A delineação da estratégia adoptada pela ADL, tendo em conta os desequilíbrios territoriais, teve como pressuposto central promover a coesão territorial através do atenuar das assimetrias entre a faixa litoral e o interior da zona de intervenção.

Os objectivos estratégicos da ADL traduzem-se na implementação de programas e projectos e consequentemente na dinamização de acções complementares que visam o desenvolvimento rural. A metodologia da ADL, na implementação destas acções, assenta na intervenção localizada, no partenariado com as instituições locais, na itinerância e na interacção directa com as populações locais. É através das parcerias que a informação, sobre as diversas acções, atinge mais facilmente os diferentes públicos alvos e que as metodologias são discutidas e reavaliadas numa permanente tentativa de adaptar os planos de acção aos problemas específicos de cada local.

Os principais desafios estratégicos que se antevêm para o LITORAL ALENTEJANO:

  1. Qualificação dos recursos do território, através de:
    1. reforço do trabalho de animação económica para o desenvolvimento da rede de agentes do território (com destaque para o trabalho da ADL; e,
    2. esforço de atracção de actividades económicas, mediante a oferta de espaços de acolhimento de iniciativas empresariais, nomeadamente nas áreas sectoriais apontadas (esforço que envolve, sobretudo, as autarquias locais).
  2. Atracção de novos recursos (iniciativas empresariais e competências), através de:
    1. promoção externa que valorize a excelência ambiental do LA e o quadro favorecedor de novas oportunidades a médio/longo prazo, na óptica da atracção de projectos empresariais e outros geradores de novas actividades; e,
    2. atracção de novos residentes dotados de qualificações e competências que reforcem argumentos locativos para o aproveitamento das referidas oportunidades económicas.

Estes dois desafios devem ser secundados por uma perspectiva de reforço da coesão social e territorial enquadrando a melhoria da qualidade e das condições de vida das populações residentes (designadamente assegurando níveis satisfatórios de dotação de serviços à população), que constitui um outro argumento locativo quer na atracção de novos residentes, quer na criação de um ambiente favorável à iniciativa empresarial e à recepção/atracção de fluxos de visitantes.